Açoita-cavalo – Luehea divaricata

A árvore popularmente conhecida como Açoita-Cavalo, é encontrada entre o Rio Grande do Sul ao Rio Grande do Norte e até mesmo em algumas áreas do Paraguai, Uruguai e Argentina. Ela é uma árvore de médio porte tolerante a seca que está presente no bioma atlântico, incorporada as matas ciliares, e em regiões próximas aos rios.

Está árvore tem um aspecto rústico, de galhos e folhas rígidas, ela ganhou esse nome porque antigamente era usada por cavaleiros para açoitar seus animais que ficavam presos ao tronco da árvore. Ela também foi utilizada na medicina popular por conter compostos fitoterápicos.

Da casca da árvore açoita cavalo (Luehea divaricata) eram feitos chás que agiam como ani-diarréico, adstringente e antipirético. Ainda hoje, é recomendado para tratamentos gastrintestinais e hepáticos. Já com as podem ser feitas infusões indicadas como: antiinflamatórios, no combate à artrite, à diarréia, no tratamento de doenças respiratórias (bronquites) etc. Essa árvore é tão completa na medicina natural, que as suas flores atuam como: calmantes e antiespasmódicos, tratando também de laringites, bronquites e tosse.

A Açoita-cavalo apresenta inúmeras funções antimicrobial e extratos da casca apresentam propriedades fungicidas. Possui tanino, óleo essencial, resina e mucilagem. Também possui extensas aplicações na medicina popular, sendo usada contra: bronquites, reumatismo, verminoses, disenteria, úlceras internas, má digestão, inflamações da garganta, dores de dentes, afecções da bexiga, insônia, leucorréias, melena, tosse, laringites.

Está espécie é nativa do Brasil e também são muito apreciadas como plantas ornamentais, já que suas flores apresentam uma bela coloração que varia entre o rosa e o roxo.





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