Ozônioterapia – Benefícios, Tratamento, Preço

Ozônioterapia pode ser a cura para o câncer e o HIV

A Ozônioterapia é uma técnica que possibilita o atraso no desenvolvimento de um grande número de distúrbios de saúde. Ele retorna ao corpo sua capacidade natural de reações e auto-regulação.

O ozônio é uma das formas em que o elemento oxigênio existe na atmosfera. É chamado de “oxigênio ativo”, devido ao seu poder oxidante muito forte. É uma molécula triatômica, existente apenas na forma de traços na atmosfera, enquanto que o oxigênio, que se respira, é diatômico e representa 1/5 da atmosfera.

O ozônio é obtido a partir do oxigênio puro, fragmentando os elos moleculares com a ajuda da eletricidade produzida por um gerador. Ele tem sido usado para fins médicos desde o início do século XX.

O ozônio é introduzido no corpo humano através da corrente sanguínea por um sistema fechado e extremamente confiável. Todos os instrumentos utilizados durante cada tratamento são, obviamente, descartáveis.

O ozônio penetra nas células e restaura as suas capacidades originais que foram enfraquecidas pela acumulação de resíduos, toxinas e restos de tratamentos ​​de medicação.

Uma Breve História do Ozônio

A história do uso do ozônio para fins de saúde é antiga. Os nativos americanos consumiam peixe como um dos principais componentes de sua dieta. Eles reconheceram que, depois de uma tempestade, os peixes emitiam um odor estranho, mas agradável, e começaram a preferir pescar logo após o término de uma tempestade.

Do outro lado do oceano, os gregos notaram o mesmo odor (e o chamaram de “ozein”) e, como os povos indígenas, preferiram pescar depois de uma tempestade. Hoje, a influência positiva do ozônio no sistema digestivo de diferentes espécies de peixes tem sido cientificamente documentada.

O ozônio tem sido usado clinicamente para desinfetar e tratar doenças desde sua descoberta. Em 1896, Nikola Tesla patenteou o primeiro gerador de ozônio nos Estados Unidos. O ozônio tem sido usado como um purificador de água seguro e eficaz por mais de um século. O ozônio desativa os micróbios patogênicos no corpo humano da mesma maneira que na água, o que não surpreende, já que nossos corpos são compostos de 70% de água.

Durante a Primeira Guerra Mundial, os médicos aplicaram ozono topicamente a feridas infectadas devido às suas propriedades antibacterianas. Mais tarde descobriram que tinha aplicações terapêuticas mais amplas, graças às suas propriedades anti-inflamatórias. No final da década de 1980, médicos alemães começaram a tratar com sucesso pacientes com HIV com ozônio. Embora existam alguns praticantes dentro dos EUA que administram ozônio, ele continua sendo um tratamento relativamente incomum até hoje.

O poder de cura do ozônio

O ozônio é o agente oxidante mais poderoso e de ação rápida na Terra. Uma molécula de ozônio é igual em sua atividade entre 3.000 a 10.000 moléculas de cloro. É o melhor em eliminar organismos patogênicos prejudiciais.

Você sabia que o ozônio leva apenas 10 segundos para matar 99% das bactérias, fungos, leveduras, fungos e vírus – 3.500 vezes mais rápido que o cloro?

Por último, mas não menos importante, demonstrou-se que elimina as células cancerígenas por contacto.

Acredita-se que muitos mecanismos de ação de cura da terapia de ozônio incluem:

Ajuda o fígado fazer uma desintoxicação natural
Destrói as gorduras nocivas
Melhora o metabolismo celular e, portanto, traz energia para o corpo humano
Elimina o ácido úrico
Ajuda o sangue fluir, combatendo assim as consequências da má circulação sanguínea
Regenera os glóbulos vermelhos e, assim, assegura uma melhor transmissão do oxigênio e melhora a coagulação do sangue
Elimina um grande número de bactérias, vírus e fungos, ou impede a sua multiplicação
Para o desenvolvimento de substâncias extremamente tóxicas produzidas durante uma quimioterapia pela destruição de células cancerosas
Ativação do sistema imunológico

O ozônio é muito eficaz no combate a tantas doenças porque opera no nível fundamental do corpo: as células do corpo.

Ozônioterapia no combate ao câncer

O câncer é causado por muitos fatores divergentes; é um processo complexo que opera em muitos níveis da constelação corpo/mente. Pode haver alguns sistemas no corpo que ainda estão funcionando adequadamente em um paciente com câncer, não importa em que estágio do câncer eles estejam. Uma mulher com câncer de mama pode ter um coração funcionando perfeitamente, por exemplo. Mas a única coisa que não pode ser dito com precisão é que a pessoa é perfeitamente saudável “exceto” para o câncer. Não há “exceto” no câncer.

Você sabia que a falta de saúde que existe em todas as condições de câncer, sem exceção (não importa a localização ou o estágio do câncer), tem a ver com a respiração prejudicada, sem oxigênio, das células do corpo? Sabemos sobre esse fator causal em todos os cânceres por quase 100 anos. De fato, esta descoberta recebeu o Prêmio Nobel.

O tratamento para esta condição causadora de câncer – Ozônioterapia – está disponível há muitas décadas. No entanto, existem muito poucos praticantes que a oferecem no Brasil, e a maioria das pessoas (incluindo as que sofrem de câncer e suas famílias) nem sequer ouviram falar dela.

O ozônio, como tratamento, não envia simplesmente mais oxigênio para a célula; estimula as mitocôndrias na célula a usar o oxigênio que já está disponível de maneira mais eficiente.

O efeito do ozônio nas células danificadas é bastante específico. Ele ataca os materiais patogênicos que não têm uma camada protetora; agride células doentes que proliferam mas não possuem enzimas adequadas da parede celular. O oxigênio puro não faz isso da mesma maneira. Ao contrário do oxigênio, o ozônio mata seletivamente as células cancerígenas.

Aqui reside a principal diferença entre o ozônio, como tratamento natural para o câncer, e terapias médicas tradicionais. O ozônio só mata as células patogênicas. A quimioterapia e a radiação são tão eficientes em matar as células cancerígenas, mas também matam as células saudáveis.

Como o ozônio possui um átomo extra de oxigênio, ele é “eletrofílico”. Em outras palavras, ele é desequilibrado eletricamente e quer se equilibrar encontrando outra carga desequilibrada.

Todas as células doentes, incluindo as células cancerígenas – bem como os vírus, as bactérias nocivas e outros patógenos – também apresentam desequilíbrio elétrico similar. Por causa do desequilíbrio que o ozônio compartilha com todas as células doentes, elas se encontram. Muito bem, é uma dança de atração mútua entre a doença (as células patogênicas) e o remédio para a doença (ozônio).

O ozônio é particularmente importante para ajudar a controlar os vírus, que são as entidades mais imortais do mundo. Apenas alguns vírus têm sido associados a cânceres, incluindo vírus do papiloma humano, vírus Epstein-Barr, hepatite B e vírus da hepatite C, vírus da imunodeficiência humana, herpes vírus humano 8 e vírus linfotrópico T humano-1,4.

Ainda não sabemos se eles causam câncer diretamente ou ajudam a criar as circunstâncias certas para o câncer se desenvolver.

Os vírus duram para sempre, ao que parece, sem tempo de vida natural. Bactérias, por outro lado, vivem por um tempo, envelhecem e morrem. Os vírus podem ir dormir (muitas vezes ao lado de sua medula espinhal) por décadas – mas sob as circunstâncias certas, eles acordam novamente e podem causar inflamações dolorosas.

Tanto o oxigênio quanto o ozônio são inimigos dos vírus. Como os vírus são anaeróbicos, explosões de alta concentração de oxigênio e ozônio são muito eficazes para matá-los.

Segundo a Associação Brasileira de Ozônioterapia (Aboz), atualmente o procedimento é reconhecido em mais de dez países, entre eles Suíça, Itália e Cuba, além de ser praticada em 13 Estados americanos.

No Brasil o Ministério da Saúde, incluiu a sua prática no Sistema Único de Saúde (SUS), como parte da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC).

Vale lembrar que ainda são necessárias mais pesquisas a respeito da Ozônioterapia para comprovar sua real eficácia. Consulte um médico antes de fazer o tratamento.

O tratamento de Ozônioterapia custa em média R$ 16.000,00.

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